Já faz bastante tempo que compuz esta música para minha mulher, Clarisse. Foi antes mesmo da gente namorar. Há poucos dias, gravei esta composição - e acho que ficou legal. Originalmente, compuz para violão, mas o timbre da guitarra ficou bem interessante. Outro dia qualquer gravarei no violão para comparar.
Modéstia à parte, a música é muito bonita (assim como a Clarisse).
Para ouvir:
http://www.acordevisual.com.br/MRJ/Clarisse.wma
quinta-feira, 8 de março de 2007
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Caminho anti-distopia
A distopia ou a utopia negativa, o atual galho da árvore utópica, utiliza-se do romance para refletir sobre um mundo prodigioso em suas obras, mas cujo sentido escapa à nossa compreensão e humanidade. A distopia é atual porque reflete o pesadelo em que vivemos.
São distopias 1984, de George Orwell e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e alguns romances de H.G.Wells. As sociedades distópicas são essencialmente aquelas nas quais o Estado absoluto, utilizando tecnologias avançadíssimas, controla a vida e as mentes de seus cidadãos. Numa fórmula, as distopias mostram sociedades nas quais o Estado suprimiu a História e as individualidades. A História, porque o Estado dispõe de soluções para problemas ainda não manifestados, impedindo a população de usufruir o desconhecido e do não-administrado. É um mundo de regras, não de experiências humanas – daí a supressão das individualidades. O Estado distópico se concebe como perfeito, pois não pode ser alterado para melhor ou para pior. É perfeito em si, em sua monstruosidade. Tudo observa e administra, e pode reescrever o passado (1984) ou impedir o futuro, como em Minority Report, o recente filme de Spielberg. A distopia é a metáfora do ...
A distopia ou a utopia negativa, o atual galho da árvore utópica, utiliza-se do romance para refletir sobre um mundo prodigioso em suas obras, mas cujo sentido escapa à nossa compreensão e humanidade. A distopia é atual porque reflete o pesadelo em que vivemos.
Carlos Eduardo Ornelas Berriel é professor do Departamento de Teoria Literária e coordena um grupo de pesquisadores do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp no projeto “Renascimento e Utopia”.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Major Rubens Jazz faz sua primeira gravação em estúdio
Foi só um primeiro teste, mas valeu a pena. Foram 3h num estúdio em Botafogo. Como foi a primeira vez, ficamos muito tempo acertando os níveis de gravação para que ficassem satisfatórios, o que, infelizmente, não aconteceu. Mas o som rolou assim mesmo, primeiro com o quarteto, André Isnard (sax), André Picado (baixo), João Ismael (teclado) e eu, Sylvio Nogueira (guitarra). Na quarta faixa , chegou nosso convidado especial, Zé Henrique (bateria).
No total, gravamos 9 músicas. Na minha opinião, o destaque da gravação foi o João, tocando e improvisando muito bem.
A qualidade da gravação do estúdio ficou a desejar, mas acho que o técnico que nos assistiu não sabia operar bem o equipamento. Tive que trabalhar bastante o resultado gravado (no SoundForge) para que ficasse razoável. Acho que nosso próximo teste de gravação poderá ser na garagem mesmo. Quando estivermos mais afiados, a gente volta ao estúdio.
Minha avaliação final é de que o teste foi ótimo, divertido e instrutivo.
O resultado está no link:
http://www.acordevisual.com.br/MRJ/MRJ.zip
(52Mb)
Escolhi "O morro não tem vez" como a melhor da noite e estou colocando em separado para os que quiserem ouvi-la.
http://www.acordevisual.com.br/MRJ/morro.wma
That´s all folks, espero os comentários.
Abraços
No total, gravamos 9 músicas. Na minha opinião, o destaque da gravação foi o João, tocando e improvisando muito bem.
A qualidade da gravação do estúdio ficou a desejar, mas acho que o técnico que nos assistiu não sabia operar bem o equipamento. Tive que trabalhar bastante o resultado gravado (no SoundForge) para que ficasse razoável. Acho que nosso próximo teste de gravação poderá ser na garagem mesmo. Quando estivermos mais afiados, a gente volta ao estúdio.
Minha avaliação final é de que o teste foi ótimo, divertido e instrutivo.
O resultado está no link:
http://www.acordevisual.com.br/MRJ/MRJ.zip
(52Mb)
Escolhi "O morro não tem vez" como a melhor da noite e estou colocando em separado para os que quiserem ouvi-la.
http://www.acordevisual.com.br/MRJ/morro.wma
That´s all folks, espero os comentários.
Abraços
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Ilustração Pane Nostro
Técnica: Grafite sobre papel / Autor : Ricardo Queiroz
Este foi o rascunho que o RiQue fez para a nossa encomenda: Uma ilustração de um padeiro produzindo em forno a lenha, para ser aplicado no logo da Panificação & Cafeteria Pane Nostro.
Após a aprovação, a ilustração foi adaptada e trabalhada vetorialmente, adicionando hachuras ao acabamento. A Acorde Visual participou da criação do logo. Confira o resultado:
Este foi o rascunho que o RiQue fez para a nossa encomenda: Uma ilustração de um padeiro produzindo em forno a lenha, para ser aplicado no logo da Panificação & Cafeteria Pane Nostro.
Após a aprovação, a ilustração foi adaptada e trabalhada vetorialmente, adicionando hachuras ao acabamento. A Acorde Visual participou da criação do logo. Confira o resultado:
domingo, 7 de janeiro de 2007
Nanquim, janeiro de 2007
Experimentando o nanquim - 3a VEZ. Estes, foram feitos na última pose (2a POSE) do último sábado do ano (06/01/07). Acabou o papel, mas a capa do bloco também virou suporte... (Para fazer barbeiragem, QQ coisa vale. E esta foi uma sobra de um bloco "Ambar", comprado no Pão de Açúcar de Portugal em janeiro de 1991). Valeu. Já dá para notar um progressinho. Mas o modelo é muito mais bem feito ao vivo.
Técnica: Nanquim sobra papel / Autoria da Clá: Clarisse Maracajá
Experimentando o nanquim - 3a VEZ. Estes, foram feitos na última pose (2a POSE) do último sábado do ano (06/01/07). Acabou o papel, mas a capa do bloco também virou suporte... (Para fazer barbeiragem, QQ coisa vale. E esta foi uma sobra de um bloco "Ambar", comprado no Pão de Açúcar de Portugal em janeiro de 1991). Valeu. Já dá para notar um progressinho. Mas o modelo é muito mais bem feito ao vivo.
Técnica: Nanquim sobra papel / Autoria da Clá: Clarisse Maracajá
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
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